Às 9h37 (horário de Brasília) desta segunda-feira (18), o contrato de julho do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em moderada alta de 0,51%, cotado a R$ 67,14/saca; o de setembro avançava 0,66%, a R$ 70,09/sc.
Na sexta-feira (15), o vencimento de julho caiu 0,18%, a R$ 66,80/saca, e o de setembro recuou 0,24%, a R$ 69,63/sc. Na semana, os futuros acumularam perdas de 1,17% e 0,13%, respectivamente.
Nesta manhã, os preços internos acompanhavam a disparada de mais de 3% do milho na Bolsa de Chicago (CBOT). No entanto, maiores ganhos eram limitados pela queda de quase 1% do câmbio, fator que reduz a competitividade do cereal brasileiro voltado para exportação.
Mais tarde, a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgará novos dados parciais sobre as exportações brasileiras de milho em maio. No primeiro quadrimestre deste ano, o Brasil exportou 7,210 milhões de toneladas do grão, volume 19% maior do que o registrado no mesmo período de 2025
O mercado segue também com as atenções voltadas ao campo, sobretudo ao iminente início da colheita do milho de inverno no Centro-Sul, o que deve elevar a disponibilidade interna do cereal nos próximos meses.
Os trabalhos de colheita da primeira safra, por sua vez, se encontram praticamente encerrados nos principais estados produtores, restando apenas algumas áreas ainda para serem colhidas em Goiás e Minas Gerais.