Às 9h28 (horário de Brasília) desta segunda-feira (6), o contrato de maio da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) registrava moderada alta de 6,00 pontos e 0,52%, cotado a US$ cents 1.169,50/bushel. O vencimento de julho avançava 5,75 pontos e 0,49%, a US$ cents 1.185,75/bushel.
No último pregão (2), os futuros fecharam em queda, com recuo de 0,43% para o de maio, a US$ cents 1.163,50/bushel, e perda de 0,38% para o de julho, a US$ cents 1.180,00/bushel. No entanto, ambos valorizaram na semana 0,37% e 0,40%, nesta ordem.
Em relação aos derivados, o óleo e farelo subiam 0,22% e 1,21%, respectivamente.
Wasde no radar
Nesta manhã, o mercado era beneficiado pela valorização dos derivados, à medida que os agentes se posicionam antes da divulgação do relatório mensal de oferta e demanda (Wasde) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para quinta-feira (9).
Na última edição, o USDA estimou a produção norte-americana de soja em 115,99 milhões de toneladas para a safra 2025/26, abaixo das 119,05 milhões de toneladas do ciclo anterior.
Colheita no Brasil limita ganhos
No entanto, os ganhos eram contidos pelo avanço da colheita da safra brasileira, onde menos de 25% da área ainda resta por colher, conforme o último levantamento da DATAGRO Grãos.
No radar, seguem as incertezas quanto a guerra no Oriente Médio, entre EUA, Israel e o Irã. A escalada das tensões tem elevado os preços do petróleo e gerado preocupações com o transporte de insumos agrícolas pelo Estreito de Ormuz.