Às 9h31 (horário de Brasília) desta sexta-feira (27), o contrato de maio da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) operava em leve alta de 1,00 ponto e 0,09%, cotado a US$ cents 1.174,75/bushel, com ganho na parcial da semana de 1,16%. O vencimento de julho avançava 1,25 ponto e 0,11%, a US$ cents 1.190,75/bushel – avanço semanal de 1,21%.
Ontem (26), os futuros subiram 0,17% e 0,15%, a US$ cents 1.173,75/bushel e a US$ cents 1.189,50/bushel, respectivamente.
Em relação aos derivados, o óleo valorizava 0,94%, enquanto que o farelo recuava 0,31%.
Vendas externas acima do esperado impulsionam mercado
Nesta manhã, os preços seguem sustentados pela demanda internacional aquecida.
Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), as vendas semanais somaram 669 mil toneladas, acima das expectativas do mercado, que variavam entre 200 mil e 500 mil toneladas.
Também contribui para o viés positivo a expectativa de anúncio de novas metas de mistura de biocombustíveis nos EUA, o que pode ampliar a demanda por grãos e oleaginosas, especialmente o óleo de soja.
Geopolítica mantém volatilidade
Paralelamente, o mercado continua atento aos desdobramentos da guerra no Oriente Médio, envolvendo EUA, Israel e Irã.
O presidente Donald Trump afirmou que as negociações com Teerã avançam e anunciou a suspensão temporária de ataques a instalações energéticas iranianas.
Por outro lado, autoridades iranianas seguem negando qualquer negociação formal, enquanto continuam as ações militares na região, mantendo o cenário de incerteza.
Área plantada no foco do mercado
No radar, os investidores aguardam a divulgação das estimativas de área plantada nos EUA, prevista para a próxima terça-feira (31) pelo USDA.
O consenso do mercado aponta para uma possível redução na área de milho e expansão da área destinada à soja na safra 2026/27.