Às 11h00 (horário de Brasília) desta quarta-feira (25), o contrato de maio do café arábica negociado na Bolsa Brasileira (B3) apresentava leve baixa de 0,24%, cotado a US$ 417,00 por saca de 60 kg. Já o vencimento de julho operava em estabilidade, a US$ 382,05/sc.

Na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), o contrato de maio recuava 0,61%, a US$ 315,90/sc, enquanto o de julho perdia de 0,35%, cotado a US$ 309,25/sc.

Nesta manhã, o mercado repercutia a noticia do aumento do consumo de café na Indonésia, impulsionado pela digitalização e por novos formatos de consumo rápido.

Dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicam que o consumo deve chegar a 4,8 milhões de sacas em 2024/25, refletindo a extensão da oferta por cafeterias e torrefações, tanto no segmento tradicional quanto no especial.

A expansão rompeu as fronteiras da capital, alcançando diversas regiões e consolidando a preferência por variedades especiais. Esse vigor interno agora se expande para o exterior, com cafeterias indonésias conquistando espaço nos EUA e modernizando a imagem global do grão nacional.