Às 10h14 (horário de Brasília) desta quarta-feira (18), os contratos de maio e julho do milho negociados na Bolsa Brasileira (B3) registravam moderada queda de 0,94% e 0,67%, cotados a R$ 71,45/saca e a R$ 69,80/sc, respectivamente. Na parcial da semana, os futuros acumulam perdas de 5,10% e 2,34%, nesta ordem.
Na véspera (17), o vencimento de maio caiu 0,33%, a 72,13/sc, enquanto o de julho recuou 0,18%, a R$ 70,27/sc.
O mercado segue com as atenções voltadas aos trabalhos de campo no Centro-Sul do Brasil, sobretudo à finalização do plantio da segunda safra e ao desenvolvimento das lavouras, que respondem por mais de 80% da oferta nacional. Levantamento realizado pela DATAGRO Grãos até a última sexta-feira (13) mostra que a semeadura chegou a 89,3% da área projetada, ante 93,4% em igual altura da temporada 2024/25 e 87,0% na média plurianual.
Na mesma data, acolheita do milho de verão safra 2025/26 alcançou 44,1% da área cultivada, ritmo inferior ao observado em igual período do ano passado e na média dos últimos cinco anos.
O câmbio, que exerce influência direta na competitividade das exportações brasileiras de milho, avançava levemente nesta manhã, assim como o cereal negociado na Bolsa de Chicago (CBOT).
No radar, a previsão do tempo para os principais estados produtores, bem como novos desdobramentos do conflito no Oriente Médio.