Às 9h52 (horário de Brasília) desta quarta-feira (3), o contrato de julho do trigo negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) anotava leve alta de 2,75 pontos e 0,46%, cotado a US$ cents 605,75/bushel. Na Bolsa de Kansas (KCBT), o vencimento de mesmo mês avançava 1,00 ponto e 0,16%, a US$ cents 635,75/bushel.

No entanto, na parcial da semana, os ativos acumulam perdas de 0,78% e 2,15%, nesta ordem.

Na véspera (2), o contrato do trigo recuou 0,94% na CBOT, a US$ cents 603,00/bushel. Já na KCBT, o cereal fechou com queda de 1,89%, a US$ cents 634,75/bushel.

Nesta manhã, os preços do cereal eram sustentados por um movimento de ajuste nas posições, tendo em vista a queda das cotações do trigo nas sessões anteriores.

No entanto, as recentes chuvas nas Planícies do sul dos Estados Unidos evitavam maiores ganhos. De acordo com o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, também são esperadas mais precipitações nos estados do Kansas, Texas e de Oklahoma.

No campo, segundo os dados divulgados ontem pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), 87% das lavouras de trigo de inverno já atingiram a fase de espigamento, avanço semanal de nove pontos percentuais. No mesmo período do ano passado, o índice era de 83%, enquanto a média dos últimos cinco anos é de 79%.

Apesar do avanço no desenvolvimento das lavouras, apenas 26% das áreas foram classificadas como boas ou excelentes, percentual estável em relação à semana anterior, mas muito inferior aos 52% observados no mesmo período da safra passada.

colheita do trigo de inverno também começou a ganhar ritmo, atingindo 5% da área cultivada, acima dos 3% registrados no mesmo período do ano passado.

No caso do trigo de primavera, o plantio alcançou 94% da área prevista, acima da média histórica de 89% e em linha com o registrado há um ano. Além disso, 72% das lavouras já emergiram, superando a média quinquenal de 67%.