O relatório diário da DATAGRO com o Índice de Diferencial do Preço dos Combustíveis indica, em 1º de junho, uma defasagem negativa para as cotações da gasolina e do diesel no Brasil, mas positiva para o querosene de aviação (QAV).

O preço da gasolina está 25,2% abaixo da paridade de importação, 104º dia consecutivo de defasagem negativa, enquanto o diesel registra um descompasso de 30,6%, o 109º dia consecutivo de defasagem negativa. Por outro lado, o QAV está 17,7% acima da paridade de importação, o 55º dia consecutivo de defasagem positiva.

Atualmente, o preço médio da gasolina no mercado interno é de R$ 2,5808/litro, com base em Paulínia (SP). No mercado internacional, o crack-spread RBOB/WTI está em US$ 37,40/barril. O último ajuste no preço doméstico foi realizado em 29 de maio de 2026.

No caso do diesel, o combustível é cotado a R$ 3,6826/litro na mesma base, enquanto o crack-spread ULSD Gulf/WTI, referente ao mercado internacional, está em US$ 68,78/barril. O último ajuste de preço interno ocorreu no dia 16 de março de 2026.

Já o QAV é cotado a R$ 5,6146/litro na mesma base. No crack-Spread US Gulf Jet/WTI, o combustível está em US$ 58,85/bbl no mercado internacional. O último ajuste de preço interno ocorreu no dia 1º de maio de 2026.

Esses cálculos são feitos diariamente pela DATAGRO desde 1999 e levam em consideração todos os elementos que influenciam o preço de paridade, incluindo o desconto de qualidade da gasolina importada.

No Brasil, a mistura com etanol de elevada octanagem permite o uso de gasolinas base mais baratas e com menor octanagem, representando uma vantagem competitiva significativa para o país.

Para maiores detalhes, acesse o Relatório VIP na sessão de análises do Portal DATAGRO.