Milho inicia a semana em leve queda na Bolsa de Chicago

Às 10h20 (horário de Brasília) desta segunda-feira (1º), o contrato de julho do milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) apresentava leve baixa de 1,00 ponto e 0,22%, cotado a US$ cents 445,75/bushel; o de setembro caía 1,25 ponto e 0,27%, a US$ cents 454,50/bushel.

Na sexta-feira (29), o vencimento de julho cedeu 1,97%, a US$ cents 446,75/bushel, e o de setembro recuou 1,83%, a US$ cents 455,75/bushel. Na semana passada, os futuros acumularam perdas de 3,56% e 2,98%; no mês de maio, de 5,90% e 5,00%, respectivamente.

Nesta manhã, os preços do cereal eram pressionados pelo clima favorável à finalização do plantio da safra 2026/27 de milho no Corn Belt e pelo fortalecimento do dólar diante das principais moedas globais, com o DXY avançando 0,30%.

Boletim diário do USDA indica que o tempo seco segue predominando na região dos Grandes Lagos, enquanto pancadas de chuva e tempestades estão espalhadas pelo restante do Meio-Oeste.

“Embora as condições de cultivo no Meio-Oeste permaneçam, em sua maior parte, favoráveis para o milho e a soja, um período de seca de curto prazo se desenvolveu durante o mês de maio em partes do norte do Cinturão do Milho, estendendo-se até as regiões norte de Illinois e Indiana”, ressalta o departamento.

Após o encerramento das negociações, o USDA publicará o boletim atualizado com os estágios e condições das lavouras norte-americanas. Mais cedo, sai o relatório semanal de embarques.

Na América do Sul, o Brasil começa a colher a safra de inverno, com expectativa de uma produção de 112 milhões de toneladas, de acordo com a DATAGRO Grãos. Na Argentina, a colheita da safra 2025/26 de milho perdeu força nas últimas semanas, com produtores concentrando os esforços nas lavouras de soja e aguardando uma redução de umidade nas áreas de milho.