Às 9h26 (horário de Brasília) desta sexta-feira (29) o contrato de julho da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOToperava em leve alta de 3,75 pontos e 0,31%, cotado a US$ cents 1.198,25/bushel, com ganho na parcial da semana de 0,15% e no mês de 0,23%. O vencimento de agosto avançava 4,00 pontos e 0,33%, a US$ cents 1.200,00/bushel – valorização semanal de 0,42% e mensal de 0,90%.

Na véspera (28), os ativos fecharam no campo positivo, com alta de 0,78% para o de julho, a US$ cents 1.194,50/bushel, e de 0,95% para o de agosto, a US$ cents 1.196,00/bushel.

No caso dos derivados, o óleo avançava 0,83%, enquanto o farelo recuava 0,15%.

Nesta manhã, os preços eram sustentados pela expectativa de que a China amplie as compras de produtos agrícolas dos Estados Unidos em até US$ 17 bilhões, conforme anunciado pela Casa Branca no mês passado. Apesar disso, parte do mercado ainda demonstra cautela quanto ao efetivo cumprimento do compromisso por Pequim.

Também davam suporte às cotações as incertezas em torno das negociações entre EUA e Irã, que continuam provocando forte volatilidade nos preços do petróleo e influenciando o mercado de biocombustíveis.

No campo, o relatório diário do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) indicou que o plantio de soja e milho segue favorecido pelo clima predominantemente seco e pelas temperaturas amenas no Corn Belt, principal região produtora dos EUA.

Por outro lado, o órgão alertou que a seca de curto prazo observada nos últimos 30 dias em áreas do oeste e norte do cinturão agrícola contrasta com o excesso de umidade registrado no Vale do Ohio e regiões vizinhas.

Na América do Sul, os investidores acompanham os trabalhos finais da colheita da safra recorde brasileira, enquanto na Argentina menos de 15% das áreas ainda aguardam colheita.

No radar, o USDA divulga mais tarde o seu relatório semanal de vendas para exportação.