Às 9h28 (horário de Brasília) desta quinta-feira (28), o contrato de julho do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em leve alta de 0,34%, cotado a R$ 65,82/saca. O vencimento de setembro também apresentava tendência positiva 0,22%, a R$ 68,45/sc. Na semana, porém, os futuros acumulam perdas parciais de 2,05% e 2,13%, respectivamente.
Na véspera (27), o vencimento de julho caiu 0,83%, a R$ 65,60/sc, enquanto o de setembro fechou em queda de 0,94%, a R$ 68,30/sc.
Nesta manhã, os preços internos eram sustentados pela valorização do câmbio, fator que aumenta a competitividade do milho brasileiro voltado à exportação, bem como pela alta dos contratos equivalentes do milho na Bolsa de Chicago (CBOT).
Maiores ganhos eram limitados pelo início pelo início da colheita da segunda safra do grão em importantes estados produtores do Centro-Sul do Brasil.
Órgãos locais como o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) e o Departamento de Economia Rural (Deral) relataram que os trabalhos já tiveram início na última semana no Mato Grosso e no Paraná, ainda de forma incipiente.
A DATAGRO Grãos projeta que serão colhidas 112,3 milhões de toneladas de milho na safra de inverno, o que configura uma queda de 5% ante a temporada anterior. Boa parte dessa perda, porém, deve ser compensada pela safra de verão, cuja produção saltou 14%, para 28,9 milhões de toneladas, no ciclo 2025/26.