Às 9h26 (horário de Brasília) desta quarta-feira (27) o contrato de julho da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) operava em leve baixa de 2,00 pontos e 0,17%, cotado a US$ cents 1.184,00/bushel. O de agosto recuava 1,50 ponto e 0,13%, a US$ cents 1.183,50/bushel. Na parcial da semana, ambos os ativos acumulam perdas, de 1,07% e 0,96%, nesta ordem.
Na véspera (26), os ativos fecharam no campo negativo, com baixa de 0,88% para o de julho, a US$ cents 1.186,00/bushel, e de 0,84% para o de agosto, a US$ cents 1.185,00/bushel.
No caso dos derivados, o óleo cedia 0,12%, enquanto o farelo subia 0,21%.
Nesta manhã, os preços eram pressionados pelo ritmo mais avançado de plantio da safra 2026/27 nos Estados Unidos.
Conforme a atualização semanal do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), a semeadura de soja alcançou 79% da área projetada, após avançar 12 pontos percentuais em uma semana. Os trabalhos estão adiantados frente ao mesmo período do ano passado (75%) e à média plurianual (68%).
O USDA projeta que os produtores norte-americanos irão semear 34,27 milhões de hectares com soja na atual temporada, um aumento de 4% ante o ciclo anterior.
Quanto às condições climáticas no Corn Belt, área que engloba a lavouras de soja e milho, o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA (NWS) divulgou alertas de inundação para grande parte do centro e sul de Ohio, além de partes de Indiana e outros estados.
No sul de Indiana, há possibilidade de tempestades com chuvas localmente intensas hoje, o que pode resultar em inundações repentinas localizadas, informou a agência.
Por outro lado, a demanda internacional aquecida limitava maiores perdas. Ontem, o USDA informou que os agricultores norte-americanos embarcaram 572 mil toneladas de soja na semana encerrada em 21 de maio, volume acima das projeções do mercado, que iam de 350 e 500 mil toneladas.