O contrato de junho do óleo de palma encerrou a sessão desta quinta-feira (21) em expressiva baixa de 2,35% na Bolsa de Derivativos da Malásia (MDEX), cotado a US$ 1.111,00/tonelada. O vencimento de julho recuou 2,57%, a US$ 1.118,5/t. Na semana, os futuros acumulam perdas de 0,04% e 0,07%, respectivamente.
Neste pregão, os preços do óleo de palma acompanharam a desvalorização dos óleo comestíveis rivais. Na Bolsa de Dalian, o contrato de óleo de soja mais negociado caiu 0,97%, enquanto o de óleo de palma recuou 2,02%. Na Bolsa de Chicago, os futuros do óleo de soja recuaram quase 1% na véspera (20).
Também repercutiu o tombo de mais de 5% do petróleo no mercado internacional, após a informação de que três navios atravessaram com sucesso o Estreito de Ormuz, reacendendo as expectativas de normalização gradual dos fluxos de exportação na região.
Os inspetores de carga estimaram que as exportações de produtos de óleo de palma da Malásia, entre 1º e 20 de maio, caíram até 20,5% em relação ao mês anterior.
No radar, o plano do governo indonésio de canalizar as exportações de óleo de palma por meio de uma agência central pode interromper o fornecimento do óleo comestível mais comercializado do mundo.