Às 10h11 (horário de Brasília) desta quarta-feira (20), o contrato de julho do café arábica negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em leve baixa, cotado a US$ 335,50 por saca de 60 kg. Já o vencimento de setembro apresentava leve alta de 0,16%, a US$ 314,50/sc.

Na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), o contrato de julho recuava 0,57%, a US$ 268,60/sc, enquanto o de setembro desvalorizava 0,351%, cotado a US$ 260,80/sc.

Nesta manhã, o mercado repercute novas projeções de produção de café dos adidos do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) para diferentes países.

Os relatórios do USDA apontam cenários distintos para 2026/27: a Indonésia deve registrar queda de 8% na produção, para 11,38 milhões de sacas, pressionada pelo excesso de chuvas em áreas de Robusta, enquanto Tanzânia e Quênia devem ampliar a oferta para 1,60 milhão e 950 mil sacas, altas de 10,3% e 11,8%, respectivamente.

Nos estoques finais, a leitura também aponta cenários distintos: a Indonésia deve recuar 11%, para 671 mil sacas, enquanto a Tanzânia deve avançar de 51 mil para 157 mil sacas e o Quênia de 97 mil para 120 mil sacas, indicando maior recomposição no leste africano.