Às 11h05 (horário de Brasília) desta sexta-feira (15), o contrato de julho do café arábica negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em estabilidade, cotado a US$ 343,95 por saca de 60 kg. O vencimento de setembro recuava expressivos 2,49%, a US$ 317,35/sc.
Na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), o contrato de julho cedia 2,96%, a US$ 267,55/sc, enquanto o de setembro desvalorizava 1,43%, cotado a US$ 264,50/sc.
Nesta manhã, os agentes do mercado repercutiam a novos dados de produção do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) para o México. Segundo o documento o país deve produzir 4,135 milhões de sacas de 60 kg, ante 4,080 milhões em 2025/26. No comércio exterior, as exportações totais devem recuar levemente, apesar do avanço marginal dos embarques de café solúvel, enquanto os estoques finais devem cair de forma expressiva, indicando manutenção de um quadro bastante ajustado de disponibilidade interna.
Ainda no cenário internacional, iniciativas públicas e privadas na Nigéria buscam reativar a cafeicultura nacional por meio da abertura de novas áreas, distribuição de mudas melhoradas e ampliação do processamento, com destaque para projetos de expansão em Ondo, Cross River e Taraba, que somam cerca de 60 mil hectares, embora a base produtiva do país ainda siga bastante limitada.