Milho registra baixa moderada nesta manhã de 5ª feira na B3

Às 9h38 (horário de Brasília) desta quinta-feira (14), o contrato de julho do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) registrava baixa moderada de 0,66%, cotado a R$ 66,70/saca. O vencimento de setembro recuava na mesma intensidade, a R$ 69,62/sc. Na semana, os futuros acumulam perdas parciais de 1,32% e 0,14%, respectivamente.

Na véspera (13), o vencimento de julho caiu 1,45%, a R$ 67,14/sc, enquanto o de setembro recuou 0,71%, a R$ 70,10/sc.

Nesta manhã, os preços internos eram pressionados pela queda de mais de 1% dos contratos equivalentes na Bolsa de Chicago (CBOT), bem como pelo recuo do câmbio, fator que diminui a competitividade do grão brasileiro voltado à exportação.

O mercado se mantém atento à finalização da colheita da safra de verão no Centro-Sul do Brasil, que, apesar de atrasada, deve ser recorde. De acordo com levantamento da DATAGRO Grãos, os trabalhos de campo se aproximam de 90% da área cultivada.

desenvolvimento final da safra de inverno no Centro-Sul do Brasil também é monitorado de perto. A expectativa é de uma safra cheia, apesar de algumas perdas pontuais, causadas por estresses climáticos.

Na terça-feira (12), o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) elevou sua estimativa para a safra 2025/26 de milho do Brasil em 3 milhões de toneladas, para 135,00 milhões de toneladas. Para a temporada 2026/27, o departamento projeta a produção brasileira do cereal em 139 milhões de toneladas.