Às 9h24 (horário de Brasília) desta quinta-feira (14), o contrato de julho da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) registrava expressiva baixa de 28,50 pontos e 2,32%, cotado a US$ cents 1.200,50/bushel; o de agosto recuava 25,25 pontos e 2,06%, a US$ cents 1.198,25/bushel. Na parcial da semana, os ativos acumulam perdas de 0,50% e 0,31%, nesta ordem.
No último pregão (13), os vencimentos fecharam no campo positivo, com valorização de 0,18% para o de julho, a US$ cents 1.229,00/bushel, e de 0,14% para o de agosto, a US$ cents 1.223,50/bushel.
No caso dos derivados, o farelo e óleo se desvalorizavam 1,51% e 1,72%, nesta ordem.
Nesta manhã, o mercado segue monitorando a visita do presidente Donald Trump à China, onde participa de reuniões com o presidente Xi Jinping até sexta-feira (15).
Apesar das expectativas de avanços comerciais, relatos da mídia internacional indicam que as discussões têm se concentrado mais em temas geopolíticos, como Taiwan e o Estreito de Ormuz, sem anúncios relevantes para o setor agrícola até o momento.
Quanto ao clima, o Drought Monitor mostrou que o Corn Belt – principal cinturão produtor de soja e milho dos EUA – registrou temperaturas entre 12 °C e 15 °C abaixo da média em boa parte da região durante o fim da primavera.
Enquanto estados do norte, como Minnesota, Iowa e Wisconsin, enfrentaram baixa umidade e avanço da seca, áreas do sul do cinturão receberam chuvas mais volumosas, favorecendo recuperação parcial das condições em partes de Kentucky e do Vale do Ohio.
No lado da demanda, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) informou que as vendas para exportação de soja na safra 2025/26 somaram apenas 102,1 mil toneladas na semana encerrada em 7 de maio. Esse foi o menor volume registrado no atual ano comercial, ficando 28% abaixo da semana anterior e 60% inferior à média das últimas quatro semanas.