Às 10h35 (horário de Brasília) desta quarta-feira (13), os principais índices acionários de Wall Street registravam perdas. O Dow Jones Industrial Average (DJIA) recuava 0,37%, aos 49.575,15 pontos; o S&P 500 apresentava baixa de 0,27%, aos 7.380,74 pontos; e o Nasdaq recuava 0,24%, aos 26.035,94 pontos.
No mercado de Treasuries, o rendimento do título de dois caía de 3,998% para 3,990% ao ano. Por outro lado, o título de dez anos avançava para 4,472% ao ano.
O Departamento do Trabalho (DOL) divulgou mais cedo que o Índice de Preços ao Produtor (PPI) dos Estados Unidos avançou 1,4% em abril, acima do desempenho de 0,7% registrado em março (revisado de 0,5%). O mercado projetava uma alta de 0,5%.
Na comparação anual, o indicador acelerou de 4,3% em março para 6,0% em abril. A expectativa era de alta para 4,9%. O núcleo do PPI avançou 1,0% em abril na base mensal e 5,2% na comparação anual. Ambos resultados também vieram acima do esperado.
O mercado também monitora discursos de dirigentes do Federal Reserve (Fed), incluindo Susan Collins, Lorie Logan e Neel Kashkari.
Além disso, o Senado norte-americano adiou para hoje a votação da indicação de Kevin Warsh para comandar o Fed. O mandato do atual presidente da instituição, Jerome Powell, termina em 15 de maio.
No noticiário internacional, os investidores acompanham o encontro entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e seu homólogo chinês, Xi Jinping. O republicano desembarca hoje no país asiático acompanhado de grandes CEOs norte-americanos para uma série de reuniões, que se estenderão até sexta-feira (15).
“Pedirei ao presidente Xi Jinping, um líder de extraordinária distinção, que abra a China para que essas pessoas brilhantes possam fazer sua mágica e ajudar a levar a República Popular da China a um nível ainda mais alto”, afirmou Trump em publicação nas redes sociais.
Além das discussões comerciais, as negociações devem abordar temas sensíveis, como a guerra envolvendo o Irã e a venda de armas dos EUA para Taiwan.
No radar, os investidores seguem atentos aos preços do petróleo diante da continuidade do fechamento do Estreito de Ormuz e a falta de clareza sobre o acordo de cessar-fogo definitivo no Oriente Médio.