O contrato de junho do óleo de palma encerrou a sessão desta quarta-feira (13) em moderada queda de 0,82% na Bolsa de Derivativos da Malásia (MDEX), cotado a US$ 1.122,00/tonelada. O vencimento de julho recuou 0,83%, a US$ 1.129,5/t. Na parcial da semana, os futuros acumulam perda de 1,64% e 1,72%, respectivamente.
Neste pregão, as cotações foram pressionadas pelo rendimento negativo do óleo de palma na Bolsa de Dalian (DCE), que fechou em baixa de 0,34%, enquanto o óleo de soja recuou 0,2% no índice chinês.
Além disso, as cotações da commodity foram afetadas pela queda nos preços do petróleo, enquanto o mercado aguarda o resultado da ida do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à China.
Os valores mais baixos do petróleo tornam o óleo de palma uma opção menos atraente como matéria-prima de biodiesel.
De acordo com dados da Comissão Europeia, o bloco importou 2,47 milhões de toneladas de óleo de palma na safra 2025/26 até 10 de maio, queda de 4% em relação ao mesmo recorte do ano anterior.
O ringgit malaio se fortaleceu 0,13% frente ao dólar, fator que torna o óleo de palma mais caro para compradores estrangeiros.