Às 9h30 (horário de Brasília) desta quarta-feira (13), o contrato de julho do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) operava em moderada baixa de 0,51%, cotado a R$ 67,78/saca; o de setembro recuava 0,42%, a R$ 70,30/sc. Por outro lado, na semana, os futuros acumulam ganhos de 0,28% e 0,83%, respectivamente.
Ontem (12), o vencimento de julho avançou 0,29%, a R$ 68,13/saca; e o de setembro subiu 0,63%, a R$ 70,60/sc.
Nesta manhã, os preços internos eram pressionados por um movimento de realização de lucros, tendo em vista a alta dos contratos nas sessões anteriores.
Maiores perdas, no entanto, eram limitadas pela valorização do câmbio, fator que aumenta a competitividade do milho brasileiro voltado à exportação.
Já os contratos equivalentes do milho na Bolsa de Chicago (CBOT) operavam próximos à estabilidade.
O mercado se mantém atento à finalização da colheita da safra de verão no Centro-Sul do Brasil, que, apesar de atrasada, deve ser recorde. De acordo com levantamento da DATAGRO Grãos, os trabalhos de campo se aproximam de 90% da área cultivada.
O desenvolvimento final da safra de inverno no Centro-Sul do Brasil também é monitorado de perto. A expectativa é de uma safra cheia, apesar de algumas perdas pontuais, causadas por estresses climáticos.
Na véspera, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) elevou sua estimativa para a safra 2025/26 de milho do Brasil em 3 milhões de toneladas, para 135,00 milhões de toneladas. Para a temporada 2026/27, o departamento projeta a produção brasileira do cereal em 139 milhões de toneladas.