Às 10h42 (horário de Brasília) desta segunda-feira (11), o Ibovespa registrava completa estabilidade, aos 184.116,96 pontos.
Na sexta-feira (8), o principal indicador da Bolsa Brasileira (B3) fechou em leve alta de 0,49%, aos 184.108,30 pontos, porém com recuo acumulado de 1,71% na semana.
De maior peso na composição da B3, as ações da Vale (VALE3) e da Petrobras (PETR3; PETR4) operavam em campo positivo, com alta de 1,47%, 0,88% e 1,53%, respectivamente. Após o fechamento da negociações, a petroleira informará seus resultados referentes ao primeiro trimestre de 2026.
Também reportarão resultados, a Direcional (DIRR3), Energisa (ENGI11), Hapvida (HAPV3), Itausa (ITSA4), MRV (MRVE3), Natura (NATU3).
Nesta manhã, os investidores repercutem a nova edição do Boletim Focus, divulgada pelo Banco Central (BC). O levantamento mostrou alta da projeção do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2026, de 4,89% para 4,91%. Além disso, o mercado elevou a expectativa para a taxa Selic ao fim de 2027, de 11,00% para 11,25% ao ano.
No campo político, cresce a expectativa pelo anúncio de um pacote de quase R$ 1 bilhão em investimentos em segurança pública pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os recursos devem ser destinados ao programa Brasil Contra o Crime Organizado.
No exterior, o mercado voltou a monitorar as tensões no Oriente Médio após o presidente Donald Trump rejeitar a resposta do Irã à proposta americana de negociações de paz.
Segundo Trump, as exigências iranianas são “totalmente inaceitáveis”. Entre os pedidos apresentados por Teerã estariam o fim dos bombardeios no Irã e no Líbano, indenizações pelos danos causados no conflito e reconhecimento da soberania iraniana sobre o Estreito de Ormuz.
Com isso, os preços do petróleo voltaram a subir no mercado internacional. O Brent se aproximava de US$ 105 por barril, enquanto o WTI operava próximo de US$ 100.
No radar internacional, Trump deve viajar à China nesta semana para reuniões com o presidente Xi Jinping entre os dias 13 e 15 de maio. Entre os temas esperados estão tarifas comerciais, relações com Taiwan e possíveis ampliação das compras chinesas de commodities agrícolas norte-americanas.