O contrato de junho do óleo de palma encerrou a sessão desta quinta-feira (7) em leve queda de 0,22% na Bolsa de Derivativos da Malásia (MDEX), cotado a US$ 1.153,75/tonelada. O vencimento de julho recuou 0,17%, a US$ 1.162,50/t. Por outro lado, na parcial da semana, a commodity acumula ganhos de 0,92% e 1,02%, respectivamente.

Neste pregão, as cotações da commodity seguiram pressionadas pela expressiva queda nos preços do petróleo, depois que uma série de fontes locais do Oriente Médio afirmaram que o Irã, Estados Unidos e Israel avançaram nas negociações para a paz na região.

As cotações de petróleo mais baixas tornam o óleo de palma uma opção menos atraente como matéria-prima de biodiesel.

Além disso, seguem repercutindo os dados atualizados da Comissão Europeia, que mostram que o bloco importou 2,4 milhões de toneladas de óleo de palma no acumulado da safra 2025/26 até 3 de maio, queda de 4% em relação ao registrado no mesmo recorte da temporada anterior.

O ringgit malaio se fortaleceu 1,01% frente ao dólar, fator que torna a commodity mais cara para compradores estrangeiros.