Às 9h41 (horário de Brasília) desta quinta-feira (7), o contrato de julho da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) operava em moderada baixa de 8,00 pontos e 0,67%, cotado a US$ cents 1,186,75/bushel. O de agosto recuava na mesma intensidade, a US$ cents 1.181,00/bushel. Na parcial da semana, os ativos acumulam perdas de 1,33% e 1,29%, nesta ordem.
Na véspera (6), os ativos fecharam no campo negativo, com baixa de 1,38% para o de julho, a US$ cents 1.194,75/bushel, e de 1,33% para o de agosto, a US$ cents 1.189,00/bushel.
No caso dos derivados, o óleo se desvalorizava 1,40%, enquanto o farelo subia 0,66%.
Nesta manhã, o mercado reage à perspectiva de um possível acordo de paz entre Estados Unidos e Irã, que poderia aliviar as interrupções no fornecimento global de petróleo causadas pelo fechamento do Estreito de Ormuz.
A queda da commodity energética reduz a competitividade dos biocombustíveis produzidos a partir de grãos e oleaginosas.
Quanto ao clima, investidores acompanham as condições no Corn Belt, principal região produtora de soja e milho dos EUA. Após um período de chuvas intensas no Meio-Oeste, o tempo mais seco favoreceu o avanço das atividades de campo nos últimos dias.
Segundo o Drought Monitor, o frio atípico reduziu as taxas de evapotranspiração, enquanto a pausa nas precipitações ajudou a aliviar atrasos provocados por tempestades frequentes.
Apesar da melhora operacional, o boletim diário do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) apontou que as baixas temperaturas seguem retardando a germinação da soja e do milho recém-plantados.
Os agentes também aguardam a divulgação do relatório semanal de vendas para exportação do USDA, que deve trazer novos indicativos sobre o ritmo da demanda internacional pela soja norte-americana.