Às 9h31 (horário de Brasília) desta quarta-feira (6), o contrato de julho da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) anotava moderada baixa de 7,00 pontos e 0,59%, cotado a US$ cents 1,188,75/bushel. O de agosto recuava 3,50 pontos e 0,29%, a US$ cents 1.208,00/bushel. Por outro lado, na parcial da semana, os ativos acumulam ganhos de 0,08% e 0,39%, nesta ordem.
No caso dos derivados, o óleo desvalorizava 1,81%, enquanto que o farelo subia 0,37%.
Na véspera (5), os ativos fecharam o dia no campo negativo, com baixa de 0,92% para o ativo de julho, a US$ cents 1.211,50/bushel, e de 0,90% para o de agosto, a US$ cents 1.205,00/bushel.
Nesta manhã, os preços eram pressionados pela forte queda do derivado do óleo, em meio a possibilidade de uma trégua entre os Estados Unidos e o Irã no Oriente Médio.
Uma fonte paquistanesa envolvida nos esforços de paz disse à Reuters que a Casa Branca e Teerã estão perto de finalizar um memorando para encerrar o conflito na região, confirmando informações divulgadas inicialmente pelo veículo de mídia americano Axios.
O rumor fez com que os preços do petróleo no mercado internacional desabassem, o que desfavorece a produção de biocombustíveis feitos à base de grãos e oleaginosas.
Quanto às condições climáticas no Corn Belt, área que concentra as lavouras norte-americanas de soja e milho, o boletim climático diário do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) informou a permanência de temperaturas frias e chuvas na região.
“De fato, alertas de geada e temperaturas abaixo de zero estão em vigor hoje em partes do norte da região, estendendo-se até o norte de Iowa. Embora 13% do milho e da soja dos EUA já tivessem germinado até 3 de maio, a maior parte da germinação ocorreu no sul da região”, disse o documento.