Milho anota leve baixa na manhã desta 5ª feira na B3

Às 10h01 (horário de Brasília) desta quinta-feira (30), o contrato de maio do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) registrava leve baixa de 0,20%, cotado a R$ 68,63/saca. O vencimento de julho recuava 0,27%, a R$ 69,63/sc.

Por outro lado, no recorte semanal, os futuros acumulam ganhos parciais de 0,04% e 0,84%, respectivamente. Já no mês de abril, os vencimentos registram queda de 5,86% e 3,83%, nesta ordem.

Na véspera (29), o vencimento de maio subiu 0,82%, a 68,77/sc, enquanto o de julho terminou em viés de alta (+0,03%), a R$ 69,82/sc.

Nesta manhã, os preços internos eram pressionados tanto pela queda do câmbio quanto pelo recuo dos contratos equivalentes do cereal na Bolsa de Chicago (CBOT).

No campo, a colheita do milho de verão 2025/26 chegou a 81,1% da área projetada para o Centro-Sul do Brasil, após avançar 4,7 pontos percentuais (p.p) em sete dias, mostra levantamento realizado pela DATAGRO Grãos até a última sexta-feira (24).

plantio do milho de inverno 2025/26 se encontra concluído, com investidores atentos à previsão do tempo para os principais estados produtores. Os relatos são de que chuvas recentes têm favorecido um bom desenvolvimento da cultura no Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul.

Por outro lado, há notícias de falta de precipitações em Goiás, que tem registrado também altas temperaturas. Em grande parte do estado, os produtores reportam elevada pressão com lagartas nas lavouras, com alguma dificuldade de controle.

Somando a primeira e a segunda safra, a DATAGRO Grãos aponta que o país deverá produzir 142,9 milhões de toneladas de milho na temporada 2025/26, volume levemente inferior na comparação com as 143,3 mi de t registradas no ciclo anterior.