ANDAMENTO DA PEC 6X1 NO SENADO É INCERTO

Após a derrota avassaladora de ontem, há dúvidas se a pauta do governo no Senado terá condições de andar a partir de agora. A PEC do fim da escala 6×1 deu seu pontapé inicial na comissão especial da Câmara e, vivendo um momento de proximidade com Hugo Motta, o governo tem tudo para ver a proposta aprovada até o final de maio – o mais tardar começo de junho – no plenário da Casa. O Palácio do Planalto, no entanto, corre o risco de não concluir a aprovação da PEC no Senado a tempo de tirar proveito eleitoral do tema. Aliados de Davi Alcolumbre desconversam, dizem que é preciso avaliar qual texto sairá da Câmara e como estará o clima até junho. Já governistas minimizam o efeito colateral da rejeição de Jorge Messias para o STF e acreditam que a PEC 6×1, ou mesmo propostas relacionadas ao pacote dos endividados que eventualmente tenham de ser submetidas ao Congresso, são assuntos populares e que Davi Alcolumbre terá dificuldades em se sentar sobre elas. As duas indicações à diretoria do Bancos Central, que estavam pendentes de definição à espera do desfecho da aprovação de Messias, também ficam sem perspectiva neste momento.

Equipe BAF – Direto de Brasília
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Este conteúdo é produzido por um de nossos contribuidores parceiros e não reflete necessariamente a opinião da DATAGRO.

ANDAMENTO DA PEC 6X1 NO SENADO É INCERTO

Após a derrota avassaladora de ontem, há dúvidas se a pauta do governo no Senado terá condições de andar a partir de agora. A PEC do fim da escala 6×1 deu seu pontapé inicial na comissão especial da Câmara e, vivendo um momento de proximidade com Hugo Motta, o governo tem tudo para ver a proposta aprovada até o final de maio – o mais tardar começo de junho – no plenário da Casa. O Palácio do Planalto, no entanto, corre o risco de não concluir a aprovação da PEC no Senado a tempo de tirar proveito eleitoral do tema. Aliados de Davi Alcolumbre desconversam, dizem que é preciso avaliar qual texto sairá da Câmara e como estará o clima até junho. Já governistas minimizam o efeito colateral da rejeição de Jorge Messias para o STF e acreditam que a PEC 6×1, ou mesmo propostas relacionadas ao pacote dos endividados que eventualmente tenham de ser submetidas ao Congresso, são assuntos populares e que Davi Alcolumbre terá dificuldades em se sentar sobre elas. As duas indicações à diretoria do Bancos Central, que estavam pendentes de definição à espera do desfecho da aprovação de Messias, também ficam sem perspectiva neste momento.

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