Às 9h17 (horário de Brasília) desta sexta-feira (24), o dólar comercial registrava leve baixa de 0,12%, cotado a R$ 4,9970, mas com ganho na parcial da semana de 0,34%.

Na véspera (23), o câmbio subiu 0,60%, cotado a R$ 5,0030.

O DXY – índice que compara a força do dólar diante das principais moedas globais – recuava 0,19%.

Nesta manhã, os agentes do mercado seguem atentos às tensões entre os Estados Unidos e o Irã, com o Estreito de Ormuz ainda bloqueado.

O presidente Donald Trump afirmou que um eventual acordo dependerá de termos considerados favoráveis aos interesses americanos, reduzindo as expectativas de um desfecho rápido para o conflito.

Além disso, relatos de novas ações militares na região reforçaram a cautela dos agentes.

Diante do cenário, os preços do petróleo seguem sustentados, com o Brent acima de US$ 100 por barril, aumentando os temores de pressão inflacionária global.

Por outro lado, a sinalização de uma nova rodada de negociações mediada pelo Paquistão trouxe algum alívio ao mercado. O chanceler iraniano Abbas Araghchi deve se reunir com autoridades paquistanesas para dar continuidade às tratativas de cessar-fogo.

Mais tarde, os investidores acompanham a divulgação do índice de confiança do consumidor da Universidade de Michigan, que pode trazer novos sinais sobre a economia norte-americana.

No Brasil, o Banco Central (BC) informou que o país registrou déficit em transações correntes de US$ 6,036 bilhões em março, acima da expectativa do mercado. No acumulado de 12 meses, o déficit corresponde a 2,71% do PIB.

Por outro lado, o Índice de Confiança do Consumidor, medido pela FGV Ibre, avançou 1,0 ponto em abril, atingindo o maior nível desde dezembro de 2025.