Às 9h26 (horário de Brasília) desta segunda-feira (20), o contrato de maio da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) operava em leve baixa de 2,25 pontos e 0,19%, cotado a US$ cents 1.165,00/bushel. O vencimento de julho recuava 2,00 pontos e 0,17%, a US$ cents 1.181,00/bushel.
Na última sessão (17), os futuros fecharam no campo positivo, com alta de 0,30% para o vencimento de maio, a US$ cents 1.167,25/bushel, e de 0,21% para o de julho, a US$ cents 1.183,00/bushel. Na semana, os ativos acumularam perdas de 0,72% e 0,69%, nesta ordem.
No caso dos derivados, o farelo cedia 0,75%, enquanto que o óleo avançava 0,91%.
Nesta manhã, os preços eram pressionados pela perspectiva dos investidores de que os trabalhos de campo nas regiões produtoras dos Estados Unidos tenham avançado mais do que esperado.
Após o final do pregão, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) vai reportar o levantamento semanal de estágios e condições das lavouras norte-americanas. Ademais, o departamento também reporta o relatório semanal de embarques.
As perdas eram limitadas pelo aumento das tensões no Oriente Médio, após EUA atacaram e apreenderam um navio com bandeira iraniana no Golfo de Omã durante o fim de semana, e o presidente Donald Trump ameaçou novamente destruir todas as usinas de energia e pontes no Irã caso os líderes do país não cheguem a um acordo de paz.
Com isso, os preços do petróleo no mercado internacional voltaram a subir, o que tende a favorecer os biocombustíveis feitos de grãos e oleaginosas.