O contrato de maio da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou esta sexta-feira (17) em leve alta de 3,50 pontos e 0,30%, cotado a US$ 1.167,25/bushel; o vencimento de julho subiu 2,50 pontos e 0,21%, aos US$ 1.183,00/bushel. No entanto, na semana, os ativos acumularam perdas de 0,72% e 0,69%, nesta ordem.

Em relação aos derivados, o farelo e o óleo desvalorizaram 0,27% e 1,69%, nesta ordem.

Neste pregão, os preços foram beneficiados pelo movimento de ajuste nas posições, tendo em vista as perdas acumuladas na semana, bem como pela queda do dólar perante as principais moedas globais, com baixa de 0,14% do DXY, fator que favorece as exportações norte-americanas.

Quanto às condições climáticas, o boletim diário do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) informou que os próximos dias na região do Corn Belt, área que engloba milho e soja, serão impactados por novas secas.

Os investidores também repercutiram a expressiva desvalorização do petróleo no mercado internacional, após o Irã anunicar a reabertura do Estreito de Ormuz, o que intensificou as expectativas de que a guerra com os EUA estivesse chegando ao fim.

Reverberou ainda a ampla oferta global, puxada pelas grandes safras da América do Sul, em especial do Brasil e da Argentina, que devem colher 182,5 milhões de toneladas e 48 milhões de toneladas, respectivamente.

Para segunda-feira (20), o mercado aguarda os relatórios semanais do USDA de embarques e de estágios e condições das lavouras norte-americanas.