Às 9h51 (horário de Brasília) desta quinta-feira (16), o contrato de maio do milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) anotava leve baixa de 0,75 ponto e 0,17%, cotado a US$ cents 450,50/bushel; o de julho recuava 0,50 ponto e 0,11%, a US$ cents 460,00/bushel. Na parcial da semana, os futuros acumulam ganhos de 2,15% e 1,94%, respectivamente.
Na véspera (15), o vencimento de maio subiu 1,86%, a US$ cents 451,25/bushel, enquanto o de julho se valorizou 1,77%, a US$ cents 460,50/bushel.
Nesta manhã, os preços eram pressionados pelo movimento de realização de lucros, tendo em vista os ganhos nas sessões anteriores, à medida que os agentes acompanham os trabalhos de campo na região do Corn Belt nos Estados Unidos.
O plantio da safra 2026/27 de milho no país norte-americano chegou a 5% da área projetada no último domingo (12%), ritmo à frente do observado na média dos últimos anos.
No entanto, as últimas projeções climáticas do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) indicam a presença e chegada de chuvas na região, o que tem atrapalhado um progresso mais acelerado dos trabalhos de campo.
Os investidores aguardam a divulgação, ainda hoje, de dois importantes relatórios do USDA: o relatório semanal de vendas para exportação e a atualização das condições de seca nas regiões produtoras dos EUA.
Ademais, o petróleo anoitava ganhos no mercado internacional, em meio as incertezas sobre as negociações de paz no Oriente Médio, o que tende a ampliar a competividade do etanol feito à base de milho.
No radar, o desenvolvimento da safra de inverno no Centro-Sul do Brasil e o progresso da colheita na Argentina.