Soja opera em leve baixa na CBOT na manhã desta 5ª feira

Às 9h27 (horário de Brasília) desta quinta-feira (16), o contrato de maio da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOToperava em leve baixa de 2,75 pontos e 0,24%, cotado a US$ cents 1.164,25/bushel. O vencimento de julho recuava 2,25 pontos e 0,19%, a US$ cents 1.181,00/bushel. Ambos os ativos acumulam perdas na parcial da semana, de 0,98% e 0,86%, nesta ordem.

Na véspera (15), os futuros fecharam no campo positivo, com alta de 0,78% para o vencimento de maio, a US$ cents 1.167,00/bushel, e de 0,90% para o de julho, a US$ cents 1.183,25/bushel.

No caso dos derivados, o farelo cedia 0,60%, enquanto o óleo valorizava 0,90%. Ontem, a Associação Nacional dos Processadores de Oleaginosas (Nopa) reportou que o esmagamento de soja nos Estados Unidos somou 6,16 milhões de toneladas em março, segundo maior volume mensal da série histórica.

Nesta manhã, os preços eram pressionados pelo movimento técnico de realização de lucros, após a valorização da sessão anterior, à medida que os agentes do mercado repercutiam a alta do dólar perante as principais moedas globais, com avanço de 0,19% do DXY, o que desfavorece as exportações norte-americanas.

Os investidores aguardam a divulgação, ainda hoje, de dois importantes relatórios do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), o relatório semanal de vendas para exportação e a atualização das condições de seca nas regiões produtoras dos EUA.

Também permanece no foco do mercado o clima no Corn Belt, principal cinturão agrícola dos Estados Unidos. Segundo atualizações recentes do USDA, o excesso de chuvas em parte da região tem atrasado os trabalhos iniciais de plantio de soja e milho.

No radar, o mercado também acompanha os desdobramentos geopolíticos no Oriente Médio, com impacto indireto sobre os grãos via petróleo e biocombustíveis. As cotações da matriz energética operam em leve alta, sustentadas pelas incertezas sobre a normalização do fluxo energético global.