Às 9h48 (horário de Brasília) desta quarta-feira (15), o contrato de maio do trigo negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) anotava moderada baixa de 3,25 pontos e 0,55%, cotado a US$ cents 588,75/bushel, porém, com avanço de 3,20% na parcial da semana. Na Bolsa de Kansas (KCBT), o grão descia 2,50 pontos e 0,40%, a US$ cents 620,25/bushel – mas com avanço semanal parcial de 4,99%.

Ontem (14), o cereal encerrou em alta de 1,67% na CBOT e 3,23% na KCBT, cotado a US$ 592,00/bushel e US$ cents 622,75/bushel, respectivamente.

Nesta manhã, os preços do cereal eram pressionados por um movimento de realização de lucros após dias consecutivos de alta.

Na Rússia, com base em dados divulgados ontem pelo governo, cerca de 97% da safra de trigo de inverno do país se encontra em boas condições. Além disso, o Kremlin adicionou uma cota exportação de mais 5 milhões de toneladas do cereal.

Maiores perdas eram limitadas pelas condições climáticas adversas nas regiões produtoras dos Estados Unidos. Segundo o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, a previsão é de clima seco e baixa umidade do ar na Dakota do Sul e em Nebraska.

No radar, os investidores seguem monitorando com atenção as tensões geopolíticas no Oriente Médio, especialmente no Estreito de Ormuz. Na véspera, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou um bloqueio aos portos iranianos na região.