Às 9h55 (horário de Brasília) desta terça-feira (14), o contrato de maio do milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) operava em moderada alta de 3,25 pontos e 0,74%, cotado a US$ cents 443,50/bushel; o de julho avançava 2,75 pontos e 0,61%, a US$ cents 453,75/bushel.
Ontem (13), o vencimento de maio caiu 0,17%, a US$ cents 440,25/bushel, enquanto o de julho cedeu 0,06%, a US$ cents 451,00/bushel.
Nesta manhã, os preços do cereal eram sustentados pelo enfraquecimento do dólar diante das principais moedas globais, com o DXY recuando 0,40%. Além disso, tava suporte a previsão do Serviço Nacional de Meteorologia de inundações e enchentes repentinas em partes de Wisconsin e Michigan, o que pode impactar o progresso dos trabalhos de plantio.
Levantamento realizado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) até o último domingo (12) mostra que a semeadura da safra 2026/27 de milho alcançou 5% da área estimada (38,58 milhões de hectares), após avançar 2 pontos percentuais em uma semana. O ritmo segue à frente dos 4% observado em igual período do ano passado e na média plurianual.
O petróleo – que exerce influência direta sobre a competitividade do etanol norte-americano produzido à base de milho – recuava mais de 3%, com o mercado atento ao progresso das negociações de paz entre Irã e EUA no Oriente Médio.
No radar, o desenvolvimento da safra 2025/26 de inverno no Centro-Sul do Brasil e o progresso da colheita na Argentina, importantes players do mercado global de milho.