Às 9h45 (horário de Brasília) desta segunda-feira (13), o contrato de maio da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOToperava em leve baixa de 1,25 ponto e 0,11%, cotado a US$ cents 1.174,50/bushel. O vencimento de julho recuava 1,75 ponto e 0,15%, a US$ cents 1.189,50/bushel.

Na última sessão (10), os futuros fecharam no campo positivo, com alta de 0,90% para o de maio, a US$ cents 1.175,75/bushel, e avanço de 0,87% para o de julho, a US$ cents 1.191,25/bushel. Na semana, os futuros acumulam ganhos de 1,05% e 0,95%, nesta ordem.

Em relação aos derivados, o farelo recuava 0,42%, enquanto o óleo avançava 0,94%.

 

Mercado realiza lucros e monitora tensões no Oriente Médio

Nesta manhã, os preços eram pressionados pelo movimento técnico de realização de lucros, após a valorização acumulada na semana passada.

Além disso, também repercutia o avanço de 0,23% do índice DXY — que mede a força do dólar frente a outras moedas —, fator que reduz a competitividade das exportações norte-americanas no curto prazo.

O mercado segue atento aos desdobramentos do conflito no Oriente Médio após o fracasso das negociações entre Estados Unidos e Irã. A decisão do governo norte-americano de bloquear o tráfego marítimo ligado ao Irã no Estreito de Ormuz adiciona volatilidade ao mercado.

O cenário tem efeito misto para a soja, uma vez que trouxe uma nova disparada do petróleo, o que melhora a competitividade dos biocombustíveis, mas amplia a restrição do fornecimento global de fertilizantes e outros insumos agrícolas.

 

USDA no radar

Mais tarde, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) divulgará o relatório semanal de embarques e o boletim com os estágios e condições das lavouras norte-americanas.