O contrato de maio do óleo de palma encerrou a sessão desta segunda-feira (13) em leve alta de 0,13% na Bolsa de Derivativos da Malásia (MDEX), cotado a US$ 1.135,00/tonelada. O vencimento de junho subiu 0,26%, a US$ 1.146,00/t.

Neste pregão, os preços encontraram sustentação no movimento de recomposição técnica após as perdas da semana passada e, principalmente, na nova disparada do petróleo, que voltou a superar US$ 100 por barril.

A alta da commodity energética aumenta a atratividade dos óleos vegetais para a produção de biocombustíveis, favorecendo o complexo de oleaginosas.

O mercado também reagiu à renovação das tensões no Oriente Médio. A Marinha dos Estados Unidos se prepara para bloquear o tráfego marítimo ligado ao Irã no Estreito de Ormuz, após o fracasso das negociações entre Washington e Teerã para encerrar o conflito.

Apesar do suporte externo, os ganhos foram limitados por sinais de enfraquecimento da demanda e oferta acima do esperado. Segundo inspetores de carga, as exportações de produtos de óleo de palma da Malásia entre 1º e 10 de abril caíram entre 30,7% e 38,9% na comparação mensal.

Além disso, os contratos correlatos negociados em Dalian encerraram em queda, com o óleo de soja recuando 0,39% e o óleo de palma cedendo 1,47%.