Às 9h28 (horário de Brasília) desta terça-feira (7), o contrato de maio da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOTanotava leve baixa de 1,00 ponto e 0,09%, cotado a US$ cents 1.165,75/bushel. O vencimento de julho operava em estabilidade com viés de baixa (-0,75 ponto e -0,06%), a US$ cents 1.182,50/bushel.

Na véspera (6), ambos futuros avançaram 0,28%, encerrando o dia a US$ cents 1.166,75/bushel e a US$ cents 1.183,25/bushel, nesta ordem.

Em relação aos derivados, o farelo perdia 0,25%, enquanto o óleo avançava 0,11%.

 

Geopolítica e Wasde elevam cautela no mercado

Nesta manhã, o mercado acompanha o prazo estabelecido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para que o Irã permita a reabertura do Estreito de Ormuz.

A incerteza sobre o desfecho do conflito mantém os preços do petróleo elevados, o que, por um lado, dá suporte ao complexo soja via biocombustíveis, mas, por outro, aumenta a aversão ao risco e limita movimentos mais firmes de alta.

Paralelamente, os investidores ajustam posições antes da divulgação do relatório mensal de oferta e demanda (Wasde) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), prevista para quinta-feira (9).

O relatório pode trazer novos direcionadores para o mercado global de grãos.

No entanto, a demanda internacional aquecida limitava maiores perdas. O USDA reportou embarques de 779 mil toneladas na semana encerrada em 2 de abril, acima das expectativas do mercado, que variavam entre 400 mil e 750 mil toneladas.