Às 9h30 (horário de Brasília) desta quinta-feira (2), o contrato de maio da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) operava em leve alta de 1,75 ponto e 0,15%, cotado a US$ cents 1.170,25/bushel, com ganho na parcial da semana de 0,97%. O vencimento de julho avançava 1,50 ponto e 0,13%, a US$ cents 1.186,00/bushel – avanço semanal de 0,11%.
Na véspera (1º), os futuros fecharam em baixa, com recuo de 0,21% para o de maio, a US$ cents 1.168,50/bushel, e queda de 0,13% para o de julho, a US$ cents 1.184,50/bushel.
Em relação aos derivados, o óleo subia 1,76%, enquanto que o farelo cedia 0,79%.
Geopolítica reforça suporte aos preços
Nesta manhã, os preços eram beneficiados pela valorização do derivado do óleo, puxado pela nova disparada do petróleo no mercado internacional.
As declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicando que o país pode intensificar os ataques contra o Irã nas próximas semanas, elevaram os temores de um conflito prolongado na região.
A valorização do petróleo tende a favorecer os biocombustíveis, ampliando a demanda por óleos vegetais e, consequentemente, sustentando os preços da soja.
Relatório do USDA entra no radar
No lado da demanda, os investidores aguardam a divulgação do relatório semanal de vendas para exportação do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que pode trazer novos direcionadores para o mercado no curto prazo.