O governo da Argentina decidiu adiar os efeitos dos aumentos de impostos sobre combustíveis líquidos e dióxido de carbono, conforme decreto publicado nesta quarta-feira (1º).
Segundo o documento, o reajuste foi postergado por um mês, passando a valer apenas no final de abril.
De acordo com o governo, a medida busca apoiar o crescimento econômico por meio de políticas fiscais consideradas sustentáveis, em um cenário de elevada volatilidade nos preços da energia.
Esta é a segunda iniciativa adotada pelo presidente Javier Milei nos últimos dias para mitigar os efeitos das oscilações no mercado energético, intensificadas pelo conflito no Oriente Médio.
Na última sexta-feira (27), o governo já havia flexibilizado regras de qualidade da gasolina, permitindo que refinarias locais misturem voluntariamente até 15% de etanol ao combustível, com o objetivo de reduzir a dependência do petróleo.