A AMAGGI colheu a sua primeira safra de soja usando maquinário movido a biodiesel puro (B100). O feito inédito ocorreu na Fazenda Sete Lagoas, em Diamantino (MT), e representa mais um avanço na estratégia de descarbonização das operações da empresa, alinhada ao seu compromisso com o combate às mudanças climáticas e à redução das emissões de gases de efeito estufa.

A fazenda é a primeira da AMAGGI a adotar o uso do B100 em todas as suas máquinas agrícolas. O biocombustível é produzido pela própria AMAGGI, na fábrica localizada em Lucas do Rio Verde, e utiliza como matéria-prima óleo degomado de soja.

“O biocombustível representa uma alternativa viável e sustentável. Antes de ser utilizado na Fazenda Sete Lagoas, o B100 foi submetido a testes, que garantiram que o abastecimento do maquinário não causaria danos aos motores. Nossa intenção é, no futuro, ampliar o uso desse biocombustível para outras fazendas da empresa”, afirmou José Eduardo Tomaz, diretor Agro da AMAGGI.

O biodiesel produzido pela AMAGGI abastece ainda parte dos caminhões que transportam os grãos da empresa. Já foi testado e aprovado também para uso na frota fluvial da empresa, que recebeu a primeira autorização do país para operar suas embarcações com B100.

O Projeto B100 da AMAGGI é pioneiro no Brasil e representa um passo importante nas metas de sustentabilidade da companhia. Além do uso do biodiesel, a empresa também investe em um programa e certificação de agricultura regenerativa, o Amaggi Regenera, com iniciativas e monitoramento para promover um sistema agrícola de baixo carbono, com abordagem integrada que combina inovação tecnológica, parceria científica e uma certificação própria.