Às 9h17 (horário de Brasília) desta segunda-feira (30), o dólar comercial anotava leve alta de 0,27%, cotado a R$ 5,2470.

No último pregão (27), o câmbio cedeu 0,44%, a R$ 5,2330, com perda acumulada na semana de 1,39%.

O DXY – índice que compara a força do dólar diante das principais moedas globais – avançava 0,27%.

 

Geopolítica mantém mercado em alerta

Nesta manhã, o ambiente externo segue dominado pela aversão ao risco, diante da guerra no Oriente Médio envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, que completou um mês no último fim de semana.

O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a sinalizar interesse em negociar o fim do conflito, mas ainda não há indícios concretos de desescalada.

As tensões se intensificaram após Israel bombardear Teerã, em resposta ao lançamento de mísseis a partir do Iêmen. O cenário elevou os preços do petróleo, com o Brent atingindo US$ 116 por barril na máxima do dia de hoje.

 

Indicadores econômicos no Brasil

No cenário doméstico, investidores acompanham atualizações de indicadores econômicos.

O Banco Central (BC) informou, por meio do Boletim Focus, que as projeções de inflação (IPCA) para 2026 e 2027 foram revisadas para cima, projetadas em 4,31% e 3,84%, nesta ordem.

Além disso, o FGV Ibre reportou alta de 0,52% no Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) em março.

 

Política entra no radar

No campo político, o mercado monitora novas pesquisas eleitorais.

Levantamento do Paraná Pesquisas aponta empate técnico em um eventual segundo turno entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (44,1%) e o senador Flávio Bolsonaro (45,2%).

Já pesquisa Atlas/Estadão indica o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, com 49,1% das intenções de voto no primeiro turno, contra 42,1% do ex-ministro Fernando Haddad.