Às 9h39 (horário de Brasília) desta quarta-feira (25), o contrato de maio da soja negociado na Bolsa de Chicago (CBOTregistrava leve alta de 4,50 pontos e 0,39%, cotado a US$ cents 1.159,50/bushel, mas com perda na parcial da semana de 0,13%. O vencimento de julho avançava 4,25 pontos e 0,36%, a US$ cents 1.175,75/bushel.

Ontem (25), os futuros recuaram 0,73% e 0,64%, a US$ cents 1.155,00/bushel e a US$ cents 1.171,50/bushel, respectivamente.

Em relação aos derivados, o farelo subiu 1,10%, enquanto que o óleo cedeu 0,22%.

 

Alívio no Oriente Médio impulsiona mercado

Nesta manhã, os preços são sustentados pela diminuição das tensões no Oriente Médio, envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. Em comunicado enviado à Organização Marítima Internacional, o Irã afirmou que permitirá a passagem de embarcações consideradas “não hostis” pelo Estreito de Ormuz — rota estratégica para o comércio global.

Por outro lado, navios ligados aos EUA e a Israel seguem impedidos de transitar pela região.

Além do petróleo, o estreito também é crucial para o transporte de fertilizantes, respondendo por cerca de um terço do comércio marítimo global desses insumos.

 

Expectativas com USDA e biocombustíveis

Os investidores também aguardam a divulgação das novas estimativas de área plantada do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, prevista para a próxima terça-feira (31), que deve trazer novos direcionamentos para o mercado.

Além disso, seguem no radar as possíveis revisões das metas de mistura de biocombustíveis nos EUA, que podem elevar a demanda por matérias-primas como o óleo de soja.