Às 9h34 (horário de Brasília) desta quarta-feira (18), o contrato de maio do trigo negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) anotava leve alta de 2,25 pontos e 0,38%, cotado a US$ cents 592,00/bushel, com recuo de 3,58% na parcial da semana. Na Bolsa de Kansas (KCBT), o grão subia na mesma intensidade, a US$ cents 609,00/bushel – com perda semanal parcial de 3,41%.
Ontem (17), o cereal encerrou em forte queda de 1,26% na CBOT e 1,58% na KCBT, cotado a US$ 589,75/bushel e US$ cents 606,75/bushel, respectivamente.
Nesta manhã, os preços eram sustentados por um movimento de ajuste nas posições, tendo em vista as fortes quedas das cotações do cereal nos últimos dias.
Na Europa, a associação comercial de grãos da Europa (Coceral) informou uma nova estimativa para a safra atual de trigo da União Europeia e do Reino Unido. A entidade projeta uma produção de 142,6 milhões de toneladas, uma queda de 4,10% em relação ao registrado na temporada anterior (148,7 mi t) e 0,90% abaixo da previsão anterior (143,9 mi t).
Por outro lado, as exportações de trigo mole da União Europeia desde o início da temporada 2025/26, em 1º de julho, alcançaram 16,765 milhões de toneladas até o último dia 15 de março, volume 8% acima ao registrado no mesmo período do ano passado, mostram os dados publicados ontem pela Comissão Europeia.
Nos EUA, no campo climático, as planícies norte-americanas devem registrar uma onda de calor até este final de semana, precoce para o período, segundo a previsão do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA.
No radar, investidores seguem atentos à possibilidade do atraso para o próximo encontro em Donald Trump e Xi Jinping. O adiamento de novas negociações entre os dois países afeta as projeções do mercado quanto à demanda chinesa pelas commodities agrícolas norte-americanas.