Às 11h (horário de Brasília) desta segunda-feira (16), os principais índices acionários de Wall Street registravam ganhos. O Dow Jones Industrial Average (DJIA) avançava 0,98%, aos 47.013,55 pontos; o S&P 500 subia 1,10%, aos 6.705,43 pontos; e o Nasdaq se valorizava 1,32%, aos 22.397,69 pontos.
Por outro lado, no mercado de Treasuries, o rendimento do título de dois anos recuava de 3,734% para 3,690% ao ano. Já o rendimento do título de dez anos caía para 4.232% ao ano.
As ações da Meta (META) disparavam mais de 2,50% nesta manhã, após rumores apontarem que a empresa pode demitir mais de 20% dos funcionários.
Os agentes do mercado seguem atentos aos desdobramentos da guerra no Oriente Médio envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, que entra na terceira semana sem sinais claros de redução das tensões.
A principal preocupação dos mercados está relacionada ao Estreito de Ormuz, corredor logístico por onde circula cerca de 20% do petróleo comercializado globalmente. O canal permanece fechado pelas forças iranianas, com autorização de passagem apenas para embarcações de países que não participam diretamente do conflito.
Paralelamente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tenta formar uma coalizão internacional para reabrir o estreito pela força. No entanto, aliados como Japão e Austrália indicaram que não pretendem enviar navios militares à região neste momento.
No cenário macroeconômico, o Federal Reserve (Fed) divulgou os dados da produção industrial do país que avançou 0,2% em fevereiro de 2026, abaixo da alta de 0,7% em janeiro. Apesar do crescimento menor frente ao mês anterior, o mercado projetava uma alta de apenas 0,1% para o mês passado.
No radar, a reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) do Fed para decidir sobre o futuro dos juros dos EUA. De acordo com a ferramenta FedWatch, do CME Group, mais de 99% dos investidores acreditam que a autarquia manterá a taxa no intervalo, entre 3,50% e 3,75% ao ano.