Nesta quinta-feira (12), o contrato de maio do milho negociado na Bolsa Brasileira (B3) fechou em moderada queda de 0,82%, cotado a R$ 75,20/saca. O vencimento de julho anotou perda de 0,29%, a R$ 71,48/sc.
Por outro lado, na semana, os futuros acumulam ganhos parciais de 2,69% e 0,75%, respectivamente.
Neste pregão, o mercado foi influenciado principalmente pela realização de lucros por parte dos investidores, após a sequência de altas recentes.
Por outro lado, preocupações com atrasos nas atividades de campo limitaram perdas mais expressivas. As chuvas intensas em diversas regiões produtoras seguem impactando o ritmo da colheita do milho de verão e também o plantio da segunda safra.
Segundo a DATAGRO, os próximos 10 dias devem continuar sendo marcados por precipitações volumosas em grande parte das áreas produtoras de grãos do Brasil. O excesso de chuvas dificulta a colheita da soja e, consequentemente, atrasa o plantio do milho de inverno, conhecido como safrinha.
Levantamento da DATAGRO indica que a colheita do milho de verão alcançou 38,4% da área cultivada no Centro-Sul do Brasil até a última sexta-feira (6), após avanço de 6,3 pontos percentuais em uma semana.
No mesmo período do ano passado, os trabalhos estavam em 46,2%, enquanto a média dos últimos cinco anos é de 43,6%.
Já o plantio do milho de inverno atingiu 87,4% da área projetada no Centro-Sul. No mesmo período de 2025, a semeadura estava em 87,0%, enquanto a média plurianual é de 75,5%.